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Ana Raquel Azevedo saúda concretização da Variante à EN211 e reivindica ligação à Ponte da Ermida

A Variante à EN211, entre Quintã e Mesquinhata, foi oficialmente inaugurada esta segunda-feira, 7 de setembro, concretizando uma ligação há décadas reivindicada e que vem melhorar as acessibilidades de Baião e de toda a região. A nova via, aberta ao trânsito desde 31 de agosto, representa um investimento de cerca de 14,7 milhões de euros, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
A cerimónia, realizada no estaleiro da obra, contou com a presença do secretário de Estado das Infraestruturas, Hugo Espírito Santo, da presidente da Câmara Municipal de Baião, Ana Raquel Azevedo, da presidente da Câmara Municipal do Marco de Canaveses, Cristina Vieira, do presidente da Câmara Municipal de Cinfães, Carlos Cardoso, do vice-presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, Ricardo Bento, e do presidente da Infraestruturas de Portugal, Paulo Carmona, além de outros autarcas e representantes das entidades e empresas envolvidas na concretização da obra.
A placa comemorativa da inauguração foi descerrada pelas presidentes das câmaras municipais de Baião e do Marco de Canaveses, pelo secretário de Estado das Infraestruturas e pelo presidente da Infraestruturas de Portugal, Paulo Carmona.
Com 2.522 metros de novo traçado, a intervenção incluiu uma nova rotunda em Mesquinhata, três viadutos, três passagens superiores e uma passagem agrícola. A nova ligação melhora as condições de circulação e segurança rodoviária, retira tráfego da atual EN211 e facilita o acesso à A4 e à A11.
Ana Raquel Azevedo chamou a atenção para o significado que pouco mais de 2,5 quilómetros podem assumir num território de baixa densidade.
“𝗔 𝗶𝗻𝗳𝗿𝗮𝗲𝘀𝘁𝗿𝘂𝘁𝘂𝗿𝗮 𝗾𝘂𝗲 𝗵𝗼𝗷𝗲 𝗶𝗻𝗮𝘂𝗴𝘂𝗿𝗮𝗺𝗼𝘀 𝘁𝗲𝗺 𝘂𝗺 𝘀𝗶𝗴𝗻𝗶𝗳𝗶𝗰𝗮𝗱𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝘂𝗹𝘁𝗿𝗮𝗽𝗮𝘀𝘀𝗮 𝗹𝗮𝗿𝗴𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗮 𝘀𝘂𝗮 𝗱𝗶𝗺𝗲𝗻𝘀𝗮̃𝗼 𝗼𝘂 𝗼 𝗻𝘂́𝗺𝗲𝗿𝗼 𝗱𝗲 𝗾𝘂𝗶𝗹𝗼́𝗺𝗲𝘁𝗿𝗼𝘀 𝗰𝗼𝗻𝘀𝘁𝗿𝘂𝗶́𝗱𝗼𝘀”, afirmou a presidente da Câmara, acrescentando que “𝗼 𝘃𝗲𝗿𝗱𝗮𝗱𝗲𝗶𝗿𝗼 𝘃𝗮𝗹𝗼𝗿 𝗱𝗲𝘀𝘁𝗲 𝗶𝗻𝘃𝗲𝘀𝘁𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗻𝗮̃𝗼 𝗲𝘀𝘁𝗮𝗿𝗮́ 𝗻𝘂𝗻𝗰𝗮 𝗮𝗽𝗲𝗻𝗮𝘀 𝗻𝗲𝘀𝘀𝗲𝘀 𝗻𝘂́𝗺𝗲𝗿𝗼𝘀. 𝗘𝘀𝘁𝗮𝗿𝗮́ 𝗻𝗮𝗾𝘂𝗶𝗹𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗲𝘀𝘁𝗲𝘀 𝟮,𝟱 𝗾𝘂𝗶𝗹𝗼́𝗺𝗲𝘁𝗿𝗼𝘀 𝘃𝗮̃𝗼 𝗿𝗲𝗽𝗿𝗲𝘀𝗲𝗻𝘁𝗮𝗿 𝗻𝗮 𝘃𝗶𝗱𝗮 𝗱𝗮𝘀 𝗽𝗲𝘀𝘀𝗼𝗮𝘀 𝗲 𝗻𝗮 𝗰𝗮𝗽𝗮𝗰𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗱𝗲 𝗱𝗲𝘀𝗲𝗻𝘃𝗼𝗹𝘃𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗱𝗼𝘀 𝗻𝗼𝘀𝘀𝗼𝘀 𝗰𝗼𝗻𝗰𝗲𝗹𝗵𝗼𝘀”.”
Também o secretário de Estado das Infraestruturas destacou essa dimensão. Hugo Espírito Santo considerou que a nova variante representa “um avanço importante na segurança rodoviária e na mobilidade das populações” e apontou a atração de investimento e a competitividade económica como outros impactos da nova ligação.
Estamos numa região onde a capacidade de gerar competitividade económica é fundamental e, por isso, estes dois quilómetros e meio têm uma importância desproporcional para aquilo que é a vida das pessoas”, afirmou o governante.
Na mesma linha, o presidente da Infraestruturas de Portugal, Paulo Carmona, sublinhou que “uma infraestrutura rodoviária não se mede apenas pelos quilómetros construídos, mas também pela segurança, pelo tempo que permite poupar e pela qualidade de vida que proporciona às comunidades”.


UMA ESPERA DE DÉCADAS
A discussão em torno dos chamados “Acessos a Baião”, através da EN211, remonta à década de 1990. Ao longo dos anos foram construídos diferentes troços deste corredor, mas ficou por concluir a ligação entre Quintã e Mesquinhata.
Durante cerca de duas décadas, quem circulava pela Variante à EN321-1 encontrava uma saída fechada, destinada a uma continuidade da estrada que permanecia por concretizar. “𝗗𝗲 𝗰𝗮𝗱𝗮 𝘃𝗲𝘇 𝗾𝘂𝗲 𝗽𝗼𝗿 𝗮𝗾𝘂𝗶 𝗽𝗮𝘀𝘀𝗮́𝘃𝗮𝗺𝗼𝘀, 𝗲𝗻𝗰𝗼𝗻𝘁𝗿𝗮́𝘃𝗮𝗺𝗼𝘀 𝘂𝗺𝗮 𝘀𝗮𝗶́𝗱𝗮 𝗳𝗲𝗰𝗵𝗮𝗱𝗮, 𝗾𝘂𝗮𝘀𝗲 𝗰𝗼𝗺𝗼 𝘂𝗺𝗮 𝗹𝗲𝗺𝗯𝗿𝗮𝗻𝗰̧𝗮 𝗽𝗲𝗿𝗺𝗮𝗻𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗱𝗲 𝘂𝗺𝗮 𝗹𝗶𝗴𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗲𝘀𝘁𝗮𝘃𝗮 𝗽𝗿𝗼𝗷𝗲𝘁𝗮𝗱𝗮, 𝗾𝘂𝗲 𝗕𝗮𝗶𝗮̃𝗼 𝗿𝗲𝗰𝗹𝗮𝗺𝗮𝘃𝗮, 𝗺𝗮𝘀 𝗾𝘂𝗲 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗶𝗻𝘂𝗮𝘃𝗮 𝗽𝗼𝗿 𝗰𝗼𝗻𝗰𝗹𝘂𝗶𝗿. 𝗘𝗿𝗮 𝘁𝗮𝗺𝗯𝗲́𝗺, 𝗱𝗲 𝗰𝗲𝗿𝘁𝗮 𝗳𝗼𝗿𝗺𝗮, 𝗮 𝗲𝘅𝗽𝗿𝗲𝘀𝘀𝗮̃𝗼 𝗺𝘂𝗶𝘁𝗼 𝗰𝗼𝗻𝗰𝗿𝗲𝘁𝗮 𝗱𝗲 𝘂𝗺𝗮 𝗿𝗲𝗮𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗾𝘂𝗲 𝗼𝘀 𝘁𝗲𝗿𝗿𝗶𝘁𝗼́𝗿𝗶𝗼𝘀 𝗱𝗼 𝗶𝗻𝘁𝗲𝗿𝗶𝗼𝗿 𝗰𝗼𝗻𝗵𝗲𝗰𝗲𝗺 𝗯𝗲𝗺: 𝗻𝗲𝗺 𝘀𝗲𝗺𝗽𝗿𝗲 𝗮𝗾𝘂𝗶𝗹𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗻𝗼́𝘀 𝗲́ 𝘂𝗿𝗴𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗲𝗻𝗰𝗼𝗻𝘁𝗿𝗮 𝗮 𝗺𝗲𝘀𝗺𝗮 𝘂𝗿𝗴𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗻𝗮𝘀 𝗽𝗿𝗶𝗼𝗿𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲𝘀 𝗻𝗮𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗶𝘀”, afirmou Ana Raquel Azevedo.
A presidente da Câmara considerou, por isso, que a inauguração é também um momento de reconhecimento por todos os que, em diferentes períodos, contribuíram para que a ligação se tornasse realidade.
“𝗔𝘀 𝗴𝗿𝗮𝗻𝗱𝗲𝘀 𝗼𝗯𝗿𝗮𝘀 𝗽𝘂́𝗯𝗹𝗶𝗰𝗮𝘀 𝗿𝗮𝗿𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗽𝗲𝗿𝘁𝗲𝗻𝗰𝗲𝗺 𝗮 𝘂𝗺 𝘂́𝗻𝗶𝗰𝗼 𝗺𝗼𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗽𝗼𝗹𝗶́𝘁𝗶𝗰𝗼. 𝗦𝗮̃𝗼, 𝗺𝘂𝗶𝘁𝗮𝘀 𝘃𝗲𝘇𝗲𝘀, 𝗼 𝗿𝗲𝘀𝘂𝗹𝘁𝗮𝗱𝗼 𝗱𝗲 𝘂𝗺 𝗽𝗲𝗿𝗰𝘂𝗿𝘀𝗼 𝗹𝗼𝗻𝗴𝗼, 𝗳𝗲𝗶𝘁𝗼 𝗱𝗲 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗿𝗶𝗯𝘂𝘁𝗼𝘀 𝘀𝘂𝗰𝗲𝘀𝘀𝗶𝘃𝗼𝘀”, afirmou.
Ana Raquel Azevedo agradeceu aos vários Governos e responsáveis da Administração Central que deram passos para a concretização da obra, aos sucessivos responsáveis e técnicos da Infraestruturas de Portugal, aos autarcas de Baião e do Marco de Canaveses que mantiveram esta reivindicação ao longo dos anos, às empresas e trabalhadores envolvidos na empreitada e ao financiamento europeu assegurado através do PRR.


“BAIÃO NÃO ACEITARÁ ESPERAR OUTROS 30 ANOS”
A concretização de uma reivindicação com décadas de história serviu também para Ana Raquel Azevedo dirigir ao Governo uma mensagem sobre as acessibilidades que continuam por concretizar em Baião.
“𝗨𝗺𝗮 𝘁𝗲𝗿𝗿𝗮 𝗾𝘂𝗲 𝗲𝘀𝗽𝗲𝗿𝗼𝘂 𝗾𝘂𝗮𝘀𝗲 𝘁𝗿𝗶𝗻𝘁𝗮 𝗮𝗻𝗼𝘀 𝗽𝗼𝗿 𝗲𝘀𝘁𝗮 𝗹𝗶𝗴𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝘀𝗮𝗯𝗲 𝗯𝗲𝗺 𝗾𝘂𝗮𝗻𝘁𝗼 𝗰𝘂𝘀𝘁𝗮 𝗲𝘀𝗽𝗲𝗿𝗮𝗿 𝗽𝗼𝗿 𝘂𝗺𝗮 𝗲𝘀𝘁𝗿𝗮𝗱𝗮. 𝗘𝘀𝘁𝗲 𝗺𝗼𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗱𝗲 𝗰𝗲𝗹𝗲𝗯𝗿𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗲́ 𝘁𝗮𝗺𝗯𝗲́𝗺 𝗼 𝗺𝗼𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗰𝗲𝗿𝘁𝗼 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗼𝗹𝗵𝗮𝗿𝗺𝗼𝘀 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗮𝗾𝘂𝗶𝗹𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗮𝗶𝗻𝗱𝗮 𝗳𝗮𝗹𝘁𝗮 𝗳𝗮𝘇𝗲𝗿. 𝗕𝗮𝗶𝗮̃𝗼 𝗻𝗮̃𝗼 𝗮𝗰𝗲𝗶𝘁𝗮𝗿𝗮́ 𝗲𝘀𝗽𝗲𝗿𝗮𝗿 𝗼𝘂𝘁𝗿𝗼𝘀 𝟯𝟬 𝗮𝗻𝗼𝘀 𝗽𝗲𝗹𝗮𝘀 𝗮𝗰𝗲𝘀𝘀𝗶𝗯𝗶𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲𝘀 𝗾𝘂𝗲 𝗮𝗶𝗻𝗱𝗮 𝗳𝗮𝗹𝘁𝗮𝗺”, afirmou.
A presidente da Câmara colocou como prioridade a conclusão da ligação de Baião à Ponte da Ermida, através da EN321-2, entre Baião e Lodão. A primeira fase encontra-se executada, faltando concretizar uma segunda fase, de maior dimensão, necessária para completar a ligação ao Douro.
A intervenção está já contemplada entre os investimentos rodoviários prioritários assumidos pelo Estado.
“𝗡𝗮̃𝗼 𝗲𝘀𝘁𝗮𝗺𝗼𝘀 𝗮 𝗳𝗮𝗹𝗮𝗿 𝗱𝗲 𝘂𝗺𝗮 𝗻𝗼𝘃𝗮 𝗽𝗿𝗲𝘁𝗲𝗻𝘀𝗮̃𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗵𝗼𝗷𝗲 𝗮𝗽𝗿𝗲𝘀𝗲𝗻𝘁𝗮𝗺𝗼𝘀, 𝗺𝗮𝘀 𝘂𝗺𝗮 𝗽𝗿𝗲𝘁𝗲𝗻𝘀𝗮̃𝗼 𝗱𝗲 𝗱𝗲́𝗰𝗮𝗱𝗮𝘀 𝗲 𝗾𝘂𝗲 𝗲𝘀𝘁𝗲 𝗺𝗲𝘀𝗺𝗼 𝗚𝗼𝘃𝗲𝗿𝗻𝗼 𝗶𝗱𝗲𝗻𝘁𝗶𝗳𝗶𝗰𝗼𝘂 𝗲𝘀𝘁𝗮 𝗶𝗻𝘁𝗲𝗿𝘃𝗲𝗻𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗲𝗻𝘁𝗿𝗲 𝗼𝘀 𝗶𝗻𝘃𝗲𝘀𝘁𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼𝘀 𝗿𝗼𝗱𝗼𝘃𝗶𝗮́𝗿𝗶𝗼𝘀 𝗽𝗿𝗶𝗼𝗿𝗶𝘁𝗮́𝗿𝗶𝗼𝘀. 𝗘𝘅𝗶𝘀𝘁𝗲, 𝗽𝗼𝗿𝘁𝗮𝗻𝘁𝗼, 𝘂𝗺 𝗰𝗼𝗺𝗽𝗿𝗼𝗺𝗶𝘀𝘀𝗼 𝗮𝘀𝘀𝘂𝗺𝗶𝗱𝗼 𝗽𝗲𝗹𝗼 𝗘𝘀𝘁𝗮𝗱𝗼 𝗽𝗼𝗿𝘁𝘂𝗴𝘂𝗲̂𝘀 𝗲 𝗲𝘅𝗶𝘀𝘁𝗲 𝘂𝗺𝗮 𝗲𝘅𝗽𝗲𝗰𝘁𝗮𝘁𝗶𝘃𝗮 𝗹𝗲𝗴𝗶́𝘁𝗶𝗺𝗮 𝗱𝗮 𝗽𝗼𝗽𝘂𝗹𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗲 𝗕𝗮𝗶𝗮̃𝗼 𝗿𝗲𝗹𝗮𝘁𝗶𝘃𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗮̀ 𝘀𝘂𝗮 𝗰𝗼𝗻𝗰𝗿𝗲𝘁𝗶𝘇𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗻𝗮̃𝗼 𝗽𝗼𝗱𝗲𝗺𝗼𝘀 𝗱𝗲𝗳𝗿𝗮𝘂𝗱𝗮𝗿”, sublinhou Ana Raquel Azevedo.
Dirigindo-se ao secretário de Estado das Infraestruturas, a autarca garantiu disponibilidade para colaborar na concretização do investimento, deixando igualmente clara a posição que o executivo municipal assumirá neste processo.
“𝗗𝗮 𝗽𝗮𝗿𝘁𝗲 𝗱𝗮 𝗖𝗮̂𝗺𝗮𝗿𝗮 𝗠𝘂𝗻𝗶𝗰𝗶𝗽𝗮𝗹 𝗱𝗲 𝗕𝗮𝗶𝗮̃𝗼, 𝗦𝗲𝗻𝗵𝗼𝗿 𝗦𝗲𝗰𝗿𝗲𝘁𝗮́𝗿𝗶𝗼 𝗱𝗲 𝗘𝘀𝘁𝗮𝗱𝗼, 𝗲𝗻𝗰𝗼𝗻𝘁𝗿𝗮𝗿𝗮́ 𝘁𝗼𝘁𝗮𝗹 𝗱𝗶𝘀𝗽𝗼𝗻𝗶𝗯𝗶𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗰𝗼𝗹𝗮𝗯𝗼𝗿𝗮𝗿 𝗰𝗼𝗺 𝗼 𝗚𝗼𝘃𝗲𝗿𝗻𝗼 𝗲 𝗰𝗼𝗺 𝗮 𝗜𝗻𝗳𝗿𝗮𝗲𝘀𝘁𝗿𝘂𝘁𝘂𝗿𝗮𝘀 𝗱𝗲 𝗣𝗼𝗿𝘁𝘂𝗴𝗮𝗹 𝗲𝗺 𝘁𝘂𝗱𝗼 𝗮𝗾𝘂𝗶𝗹𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗲𝘀𝘁𝗶𝘃𝗲𝗿 𝗮𝗼 𝗻𝗼𝘀𝘀𝗼 𝗮𝗹𝗰𝗮𝗻𝗰𝗲 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗳𝗮𝘇𝗲𝗿 𝗮𝘃𝗮𝗻𝗰̧𝗮𝗿 𝗲𝘀𝘁𝗲 𝗶𝗻𝘃𝗲𝘀𝘁𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼, 𝗺𝗮𝘀 𝘁𝗮𝗺𝗯𝗲́𝗺 𝗲𝗻𝗰𝗼𝗻𝘁𝗿𝗮𝗿𝗮́ 𝘂𝗺𝗮 𝗖𝗮̂𝗺𝗮𝗿𝗮 𝗠𝘂𝗻𝗶𝗰𝗶𝗽𝗮𝗹 𝗱𝗲𝘁𝗲𝗿𝗺𝗶𝗻𝗮𝗱𝗮 𝗲 𝗽𝗲𝗿𝘀𝗶𝘀𝘁𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗻𝗮 𝗱𝗲𝗳𝗲𝘀𝗮 𝗱𝗮 𝘀𝘂𝗮 𝗰𝗼𝗻𝗰𝗿𝗲𝘁𝗶𝘇𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼”, afirmou.
A presidente da Câmara enquadrou esta reivindicação numa questão mais ampla de coesão territorial, defendendo que “𝗻𝗼 𝗶𝗻𝘁𝗲𝗿𝗶𝗼𝗿, 𝗯𝗼𝗮𝘀 𝗮𝗰𝗲𝘀𝘀𝗶𝗯𝗶𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲𝘀 𝗻𝗮̃𝗼 𝘀𝗮̃𝗼 𝘂𝗺 𝗽𝗿𝗶𝘃𝗶𝗹𝗲́𝗴𝗶𝗼 𝗻𝗲𝗺 𝘂𝗺𝗮 𝗿𝗲𝗶𝘃𝗶𝗻𝗱𝗶𝗰𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗲𝘅𝗰𝗲𝘀𝘀𝗶𝘃𝗮. 𝗦𝗮̃𝗼 𝘂𝗺𝗮 𝗰𝗼𝗻𝗱𝗶𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗲 𝗷𝘂𝘀𝘁𝗶𝗰̧𝗮 𝘁𝗲𝗿𝗿𝗶𝘁𝗼𝗿𝗶𝗮𝗹”.


NOVA TRAVESSIA DO TÂMEGA NUMA VISÃO REGIONAL DAS ACESSIBILIDADES
A presidente da Câmara apontou ainda outra infraestrutura que considera necessária para o território como é o caso da travessia do Tâmega e respetivas ligações, reivindicação que Baião tem vindo a defender em conjunto com Marco de Canaveses, Cinfães e Resende.
“𝗢𝘀 𝗻𝗼𝘀𝘀𝗼𝘀 𝗰𝗶𝗱𝗮𝗱𝗮̃𝗼𝘀 𝗻𝗮̃𝗼 𝘃𝗶𝘃𝗲𝗺 𝗰𝗼𝗻𝗱𝗶𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗱𝗼𝘀 𝗽𝗲𝗹𝗼𝘀 𝗹𝗶𝗺𝗶𝘁𝗲𝘀 𝗮𝗱𝗺𝗶𝗻𝗶𝘀𝘁𝗿𝗮𝘁𝗶𝘃𝗼𝘀 𝗱𝗼𝘀 𝗺𝘂𝗻𝗶𝗰𝗶́𝗽𝗶𝗼𝘀. 𝗤𝘂𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗿𝗲𝗶𝘃𝗶𝗻𝗱𝗶𝗰𝗮𝗺𝗼𝘀 𝗺𝗲𝗹𝗵𝗼𝗿𝗲𝘀 𝗮𝗰𝗲𝘀𝘀𝗶𝗯𝗶𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲𝘀, 𝗻𝗮̃𝗼 𝗼 𝗱𝗲𝘃𝗲𝗺𝗼𝘀 𝗳𝗮𝘇𝗲𝗿 𝗻𝘂𝗺𝗮 𝗹𝗼́𝗴𝗶𝗰𝗮 𝗱𝗲 𝗰𝗼𝗺𝗽𝗲𝘁𝗶𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗲𝗻𝘁𝗿𝗲 𝗺𝘂𝗻𝗶𝗰𝗶́𝗽𝗶𝗼𝘀. 𝗗𝗲𝘃𝗲𝗺𝗼𝘀 𝗳𝗮𝘇𝗲̂-𝗹𝗼 𝗰𝗼𝗺 𝘂𝗺𝗮 𝘃𝗶𝘀𝗮̃𝗼 𝗿𝗲𝗴𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹, 𝗽𝗲𝗿𝗰𝗲𝗯𝗲𝗻𝗱𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝘂𝗺 𝘁𝗲𝗿𝗿𝗶𝘁𝗼́𝗿𝗶𝗼 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗯𝗲𝗺 𝗹𝗶𝗴𝗮𝗱𝗼 𝗲́ 𝘂𝗺 𝘁𝗲𝗿𝗿𝗶𝘁𝗼́𝗿𝗶𝗼 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗰𝗼𝗺𝗽𝗲𝘁𝗶𝘁𝗶𝘃𝗼 𝗲 𝗾𝘂𝗲 𝗮𝗾𝘂𝗶𝗹𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗮𝗽𝗿𝗼𝘅𝗶𝗺𝗮 𝗕𝗮𝗶𝗮̃𝗼 𝗱𝗼 𝗠𝗮𝗿𝗰𝗼 𝘁𝗮𝗺𝗯𝗲́𝗺 𝗳𝗼𝗿𝘁𝗮𝗹𝗲𝗰𝗲 𝗼 𝗠𝗮𝗿𝗰𝗼, 𝘁𝗮𝗹 𝗰𝗼𝗺𝗼 𝗮𝗾𝘂𝗶𝗹𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗮𝗽𝗿𝗼𝘅𝗶𝗺𝗮 𝗮𝗺𝗯𝗼𝘀 𝗱𝗼𝘀 𝗴𝗿𝗮𝗻𝗱𝗲𝘀 𝗰𝗲𝗻𝘁𝗿𝗼𝘀 𝗲𝗰𝗼𝗻𝗼́𝗺𝗶𝗰𝗼𝘀 𝗯𝗲𝗻𝗲𝗳𝗶𝗰𝗶𝗮 𝘁𝗼𝗱𝗮 𝗮 𝗿𝗲𝗴𝗶𝗮̃𝗼”, defendeu.
A nova variante integra precisamente um corredor com influência sobre Baião, Marco de Canaveses, Cinfães e Resende, abrangendo uma população de cerca de 95 mil habitantes.
A presidente da Câmara enquadrou, por isso, as acessibilidades numa estratégia mais ampla de desenvolvimento do concelho, associando-as à dinamização económica, à criação de emprego, à habitação, à atração de investimento e à capacidade de fixar população, em particular os mais jovens.
“𝗡𝗮̃𝗼 𝘀𝗲 𝗳𝗶𝘅𝗮 𝗽𝗼𝗽𝘂𝗹𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗮𝘁𝗿𝗮𝘃𝗲́𝘀 𝗱𝗲 𝘂𝗺𝗮 𝘂́𝗻𝗶𝗰𝗮 𝗺𝗲𝗱𝗶𝗱𝗮. 𝗘́ 𝗽𝗼𝗿 𝗶𝘀𝘀𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗮𝘀 𝗮𝗰𝗲𝘀𝘀𝗶𝗯𝗶𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲𝘀, 𝗮 𝗵𝗮𝗯𝗶𝘁𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼, 𝗼 𝗲𝗺𝗽𝗿𝗲𝗴𝗼, 𝗮 𝗲𝗰𝗼𝗻𝗼𝗺𝗶𝗮 𝗲 𝗮 𝗰𝗼𝗲𝘀𝗮̃𝗼 𝘀𝗼𝗰𝗶𝗮𝗹 𝗳𝗮𝘇𝗲𝗺 𝗽𝗮𝗿𝘁𝗲 𝗱𝗮 𝗺𝗲𝘀𝗺𝗮 𝘃𝗶𝘀𝗮̃𝗼: 𝘂𝗺 𝗕𝗮𝗶𝗮̃𝗼 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗽𝗿𝗼́𝘅𝗶𝗺𝗼, 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗰𝗼𝗺𝗽𝗲𝘁𝗶𝘁𝗶𝘃𝗼, 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗮𝘁𝗿𝗮𝘁𝗶𝘃𝗼 𝗲 𝗰𝗼𝗺 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗳𝘂𝘁𝘂𝗿𝗼”, afirmou. “𝗛𝗼𝗷𝗲 𝗮𝗴𝗿𝗮𝗱𝗲𝗰𝗲𝗺𝗼𝘀 𝗮𝗾𝘂𝗶𝗹𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗳𝗼𝗶 𝗰𝗼𝗻𝗰𝗿𝗲𝘁𝗶𝘇𝗮𝗱𝗼, 𝗰𝗲𝗹𝗲𝗯𝗿𝗮𝗺𝗼𝘀 𝘂𝗺𝗮 𝗼𝗯𝗿𝗮 𝗽𝗲𝗹𝗮 𝗾𝘂𝗮𝗹 𝗲𝘀𝘁𝗲 𝘁𝗲𝗿𝗿𝗶𝘁𝗼́𝗿𝗶𝗼 𝗲𝘀𝗽𝗲𝗿𝗼𝘂 𝗱𝘂𝗿𝗮𝗻𝘁𝗲 𝗱𝗲́𝗰𝗮𝗱𝗮𝘀 𝗲 𝗮𝘀𝘀𝘂𝗺𝗶𝗺𝗼𝘀, 𝗰𝗼𝗺 𝗮 𝗺𝗲𝘀𝗺𝗮 𝗿𝗲𝘀𝗽𝗼𝗻𝘀𝗮𝗯𝗶𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲, 𝗾𝘂𝗲 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗶𝗻𝘂𝗮𝗿𝗲𝗺𝗼𝘀 𝗮 𝘁𝗿𝗮𝗯𝗮𝗹𝗵𝗮𝗿 𝗽𝗼𝗿 𝗮𝗾𝘂𝗶𝗹𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗮𝗶𝗻𝗱𝗮 𝗳𝗮𝗹𝘁𝗮 𝗳𝗮𝘇𝗲𝗿”, concluiu Ana Raquel Azevedo.

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